À ética

Por que me colocas tu à prova
tu quem tanto defendo?
Quem és o oposto de ti
tu que a mim à entidade metafísica
do sobrenatural equivale?
Tu, que em minha Carola resides
e não me abandonas
e estará ali para apontar-me o indicador
ao ver-me cair em tua ardilosa armadilha.
Que queres tu provar ao testar meus limites
e encontrar minhas falhas
e me ver negar tudo quanto sempre preguei?
Não aos céus, mas a mim e aos meus.
De ti sabes que não posso fugir
e queres não que eu apenas seja forte
mas que eu não tenha um calcanhar de Aquiles.
Saibas tu que não desistirei
em ti acredito e por ti enfrento
posto que tu insistes em mim desacreditar.

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