Dignidade

Se existe uma regra inquebrável, é o fato de minha dignidade ter maior valor do que qualquer desejo ou vontade que possa me ocorrer. Não sou santa, muito menos do pau oco, faço o que tenho vontade e não me faço de rogada, até o momento em que minha dignidade entra em jogo, e eu sei muito bem qual é o limite dela.

Preservar a digninidade é o mínimo para manter a descência humana. Não preservá-la é jogar na lata do lixo qualquer vestígio de respeito que você possa impor, é rebaixar-se ao cocô do verme que devora a escória dos restos do aterro sanitário. Posso perder a força, a coragem, os cabelos… mas a dignidade é irmã inseparável do amor próprio. Um brinde à dignidade.

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