Escrever, escrever, escrever…

Hoje estou aqui, precisava escrever. Nada me veio à mente, só me resta escrever sobre minha frustração de não conseguir escrever. Na verdade tantas coisas me passam na cabeça, um turbilhão delas me deixam tão confusa que  é como se realmente viesse nada. Só sei que preciso escrever. Escrever é como abrir a vávula da panela de pressão, não sei pra quê, não sei quem lê, não sei porquê.  Quando quero gritar, eu escrevo, quando quero chorar, eu escrevo, quando rio incontrolavelmente, eu escrevo, quando sinto paz, eu escrevo. Agora eu quero rir, chorar e gritar e não posso fazer nada além de escrever.

3 Respostas to “Escrever, escrever, escrever…”

  1. Se a ponta do lápis / A dor houvesse de carregar
    Um estojo multicolorido / eu iria te comprar
    E de múltiplos tamanhos, e com odores e desenhos

    Para que, minha querida, quando escrevesse teus anseios,
    Tua mente esvaziasse e teu coração se aquietasse
    Em cores e traços, em palavras e cheiros,
    Se na ponta do lápis / A dor eu conseguisse sequestrar.

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