Pausas

Não há aquele que, sendo de alguma forma alvo de meu afeto, já não esteve, está ou estará sujeito ao desejo de uma pausa na convivência mútua. É sinal de necessidade de preservação de relações intensas que não devem se desgastar ao ponto de ocorrer desatinos ou ofensas, uma vez que o intervalo antes chega. Tal forma natural de equilíbrio, a antissaturação, é essencial para o bom desenvolvimento, intensificação e continuidade da afetuosidade recíproca.  Entretanto, é importante notar que tal evento pode ocorrer apenas para a manutenção de toda e qualquer relação entre o eu interior e tudo aquilo que vem de fora; pois, quando o problema está na auto convivência, jamais poderei dar um tempo de mim mesma.

Uma resposta to “Pausas”

  1. É verdade. As experiências negativas e positivas levam ao entendimento disso.

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