A conversa da Nostalgia

Esta noite a Nostalgia veio me visitar. Chegou de repente para conversar, veio devagar, disse-me tantas coisas que à minha mente já haviam fugido, mas veio me lembrar que sempre estiveram lá, e sempre vão estar. Ah, Nostalgia, você é tão sutil, dá saudades de um tempo ao qual não se quer mais voltar, de um momento que não se deseja reviver ou resgatar, porque é especial por simplesmente estar lá, congelado naquele intervalo de tempo, pra sempre imutável. A Nostalgia falou comigo, fez-me sorrir, fez-me lembrar do que fui, do que sou, do que vivi e do que estou a viver. Lembrou-me de coisas das quais não me orgulho e tampouco me arrependo, lembrou-me da tensão, da performance, dos jogos de corpo, mente e alma. Lembrou-me que me encontrei, lembrou-me que me perdi de novo, e que agora volto a me buscar. Nostalgia, parte de mim, parte da vida.

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