Das grandes coisas

Recentemente li uma crônica que falava sobre pequenas coisas da vida, de como estamos repletos delas; nós nos afogamos nelas. São as pequenas coisas da vida que nos consomem, que nos apequenam. Aprendemos a vida toda que temos que valorizar as pequenas coisas. A verdade é que precisamos mesmo é das grandes coisas.

Nosso cotidiano cheio de problemas, por maiores que estes sejam e nos consumam, é que é pequeno. Aquele pôr do sol, que nos maravilha os olhos, é grande. Um beijo é grande. Um abraço é grande. Um filme é grande. Um livro é grande. Momentos de prazer são grandes. Tudo que nos faz realmente feliz ou, de alguma forma, nos transmite paz, é realmente enorme. São das grandes coisas da vida que precisamos, porque são elas que nos engrandecem. São pequenos ou grandes, breves ou intensos prazeres, mas sempre grandes coisas.

As pequenas coisas têm tomado tanto espaço em nossas vidas que falta tempo para as grandes, amedrontadas, encurraladas, acuadas grandes coisas que fogem assustadas, escapam por entre os dedos. Atualmente tenho vivido demais as  muitas pequenas coisas que me engolem todos os dias e que às vezes ofuscam o brilho das grandes. Mas, dia a dia, vou buscando cada vez mais as grandes coisas ao longo do caminho da vida e assim amenizar o enorme peso das inevitáveis pequenas.

Da desimportância das pequenas coisas: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/da-desimportancia-das-pequenas-coisas-da-vida/

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